Apoio a Grupos Fascistas

Quatro anos antes, uma manifestação comandada pelos grupos Ultradefesa, União Nacionalista e Carecas com a presença de neonazistas e skinheads foi realizada na Avenida Paulista em defesa do então deputado federal Jair Bolsonaro cerca de um mês depois dele declarar no programa “CQC” que os filhos dele não são gays porque tiveram uma boa educação e que disse que não falaria de “promiscuidade” ao ser questionado se seus filhos namorariam uma mulher negra.

Eduardo Thomaz, líder do Ultradefesa, disse na época que o protesto se baseava nos “direitos da família e do cidadão” e não era homofóbico. Hoje, Thomaz é presidente municipal do PSL na cidade de Mairinque. Bolsonaro não foi no ato, mas agradeceu: “Fico feliz se o movimento for voltado contra as propostas que estão aí, de invadir as escolas de primeiro grau simulando o homossexualismo e preparando nossos jovens para a pedofilia”.


O “sósia” de Hitler

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Em 2015, Bolsonaro apareceu em foto ao lado de um “sósia” de Hitler após audiência pública na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro convocada para debater o projeto Escola Sem Partido, defendido pelo ex-capitão. Por decisão da Comissão de Educação da Câmara, Marco Antônio Santos, o “Hitler”, foi impedido de falar por estar trajado igual ao ditador nazista, mas isso não o impediu de posar ao lado do hoje presidente da República.

Além da foto, Santos se filiou ao PSC em 2016 – partido que, na época, abrigava Jair Bolsonaro e seu clã – para concorrer à vereança e chegou a receber doações do hoje senador Flávio Bolsonaro – que concorreu à Prefeitura da capital carioca na ocasião.